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Jornal Correio da Cidade

Educação

Novas habilidades e competências na escola

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José Antônio dos Santos
Mestre pela UFSJ
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A escola sempre exigiu habilidades e competências dos alunos. Dar conta de ouvir aulas, fazer anotações da lousa, memorizar informações e fazer provas foram algumas das capacidades exigidas aos alunos. Assim é que a rotina das escolas ficou marcada por décadas. Quem tivesse memória privilegiada para reter o maior número de informações era considerado inteligente e bem sucedido. As escolas, assim como as Igrejas, foram agências de informações por excelência. Fora delas as informações vinham apenas por meios eletrônicos que só os ricos possuíam: rádios, telefones residenciais e aparelhos de TV. Essa sofisticação era privilégio de poucos que detinham informações como forma de poder. Mas o mundo mudou.

 

Uma revolução no ensino

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José Antônio dos Santos
Mestre pela UFSJ.


Autoria de Cláudio de Moura Castro - esse artigo é de essência e urgência extrema.

“Na história da educação, não faltaram oráculos anunciando alguma épica revolução. A prensa de Gutenberg foi a primeira. Embora tenha sido uma das poucas a causar abalo, não desempregou professores, como se temia. Com o correio, inaugura-se o ensino por correspondência. Mas a escola continuou impávida. O cinema substituiria as escolas. Não aconteceu. A televisão foi a profecia seguinte: arranhou, mas não revolucionou.
Com clarins estridentes, foi anunciada a chegada do computador à escola. Os obesos mainframes viraram PCs; depois, notebooks, tablets e smartphones. Some-se a isso a internet, ligando tudo a todos. Veio a tal revolução digital?

 

Universidades de ponta têm menos aulas

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José Antônio dos Santos
Mestre pela UFSJ

Abarrotamos nossos alunos de aulas. E, no entanto, a aprendizagem está cada vez pior. A lógica parece simples: quanto mais decidimos pelos alunos e no lugar deles, menos eles se sentem obrigados a aprender com mais autonomia intelectual e não produzem o que deviam e poderiam produzir. O que se segue ajuda esclarecer essa questão.
“Um dos maiores gaps do ensino superior brasileiro veio à tona quando estudantes brasileiros de graduação foram para universidades de ponta pelo Ciência sem Fronteiras. A maioria deles conta que estranhou a quantidade reduzida de disciplinas das instituições dos países estrangeiros.
Um estudante universitário de uma escola como a Universidade Harvard, nos EUA, considerada a melhor do mundo, tem em média 15 horas/aula por semana. Para se ter ideia do que isso significa, quem faz engenharia na Poli-USP tem quase três vezes mais aulas.

 
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Em 23 anos, o periódico conquistou credibilidade e a confiança de leitores, venceu dificuldades e comemora marca histórica.

Juliana Monteiro Jornalista

Modéstia a parte, não é qualquer veículo de comunicação que pode se orgulhar da histórica marca de 1000 edições. Em 23 anos de circulação, o Jornal Correio da Cidade conquistou credibilidade e a confiança do leitor. É o mais antigo periódico em circulação ininterrupta no Alto Paraopeba, líder em assinaturas e vendas avulsas, o que se reflete na maior tiragem mínima da região, hoje fixada em 5 mil exemplares. Mas por trás de uma história de sucesso, há vários capítulos de luta e de superação.

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