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Jornal Correio da Cidade

Educação

Notas baixas no Enade

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José Antônio dos Santos
Mestre pela UFSJ.

Há muitas notícias boas em educação. Mas é preciso encarar as ruins de frente. E a minha intenção, ao trazê-las à tona, é de instigar uma discussão, um debate, uma reviravolta. Há uma série de fatos que confirmam a necessidade de revisar a modelo convencional de educação escolar. Não é possível que uma empresa chegue à conclusão de que as vendas estão ruins, sua imagem social está ruim, os produtos estão ruins e continue atuando como sempre fez. Evidentemente continuará obtendo os mesmos resultados.  Assim é com a escola.
Veja o que o está acontecendo em São Paulo: “A partir de 2014, as escolas municipais de ensino fundamental de São Paulo contarão com avaliações e boletins bimestrais, além da ampliação de séries em que o aluno poderá ser reprovado: de duas, passarão para cinco. As medidas foram confirmadas ontem pela Secretaria Municipal de Educação. “Elas vão resgatar a autoridade do professor”, diz o secretário Antonio Cesar Callegari.”

 

Professores desistem de dar aulas

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José Antônio dos Santos
Mestre pela UFSJ

Por que muitos professores estão desistindo de dar aulas? Essa pergunta tem de ser respondida com urgência pela sociedade e lideranças formadoras da opinião pública. Três mil professores desistem de dar aula nas escolas estaduais de São Paulo, por ano.  Dados obtidos com exclusividade pelo 'Estado' revelam migração média de 8 docentes por dia para as redes municipais e particular e também para outras carreiras; salários baixos, pouca perspectiva e más condições de trabalho motivam abandono.
A cada dia, oito professores concursados desistem de dar aula nas escolas estaduais paulistas e se demitem. A média de pedido de exoneração foi de 3 mil por ano, entre 2008 e 2012. Salários baixos, pouca perspectiva e más condições de trabalho estão entre os motivos para o abandono de carreira.
Os dados obtidos pelo estado por meio da Lei de Acesso à Informação são inéditos. A rede tem 232 mil professores - 120,8 mil concursados, 63 mil contratados com estabilidade e 49 mil temporários. A fuga de professores também é registrada na rede municipal de São Paulo, mas em menor escala. As escolas paulistanas têm média de 782 exonerações por ano desde 2008.

 

Leitura e o Mal de Alzheimer

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José Antônio dos Santos
Mestre pela UFSJ

Apesar de a cidade e região estarem pipocando de problemas educacionais que precisam ser divulgados e debatidos, quero uma pausa para anunciar a importância da leitura e da ginástica mental para diminuir o risco de Alzheimer. Dentre as medidas para se ter uma vida longa e saudável, o médico norte-americano Gary Small recomenda que o fortalecimento do cérebro seja a primeira. "Atividades de lazer estimulantes para a mente, como leitura, palavras cruzadas ou jogos de tabuleiro diminuem em cerca de 30% o risco de mal de Alzheimer", diz.
"A pesquisa mais conhecida sobre envelhecimento saudável, o Estudo MacArthur, verificou que pessoas que continuam ativas mentalmente - fazendo quebra-cabeças, lendo livros, jogando cartas ou outros - tinham uma qualidade de vida e uma expectativa de vida mais longa do que aquelas que viviam sem esses estímulos mentais", conta. Diretor do Centro de Envelhecimento e do Centro de Pesquisas do Instituto Semel para Memória, Small é autor de A Ciência da Longevidade, livro que apresenta oito passos para a manutenção da saúde e como aplicá-los no dia a dia. O autor propõe a diminuição do estresse, a alimentação saudável e a prática de exercícios físicos para a manutenção da flexibilidade e do condicionamento cardiovascular, mas ressalta, constantemente, o papel fundamental da mente para a saúde.
Manter uma atitude positiva em relação aos problemas cotidianos, por exemplo, é outro ponto relevante. Segundo ele, os pessimistas chegam a viver 20 anos a menos em relação aos otimistas. Envelhecemos todos os dias. Parece óbvio, mas nem sempre nos damos conta disso. Sobre as doenças, os médicos são unânimes quanto à necessidade de cuidados preventivos. Na saúde, "é melhor prevenir", como diz a sabedoria popular.
Muitas pessoas têm preguiça de ler, de exercitar a mente e de pensar. Eu vejo as empresas de turismo levando homens e mulheres da terceira idade a passeios e distrações e reforçando a preguiça mental deles. É nisso que está a grande perda da saúde e de possibilidades de longevidade. As pessoas que não constroem ideias novas, tendem a se autovitimar como incapazes. Por mais que livros como esse que citei tenham mais aspectos de autoajuda do que bases científicas, não dá para negar que a mudança de hábitos mais dinâmicos é essencial para todos nós, essencialmente para a terceira idade.
E por hábitos dinâmicos temos de entender a capacidade de desacelerar. Eu não sei se a Psicologia ainda usa a expressão “atingir o platô”. Li, no passado, que depois de certa idade, as pessoas atingem um platô e tendem a desacelerar para sentir mais a vida. Tenho pensado seriamente sobre o significado disso como meio de se ter uma vida saudável. E hoje isso me parece representar uma sabedoria de vida que nos conduz a uma longevidade com maior lucidez e flexibilidade de ideias.
Não parece que estamos preparados para isso, pois o sistema capitalista prima pela produção como um valor maior. E todos que desaceleram a produção passam a ser vistos como inúteis. O educador e psicanalista Rubem Alves caminha na direção contrária a essa mentalidade, propondo uma história a contrapelo, na medida em que anuncia o direito à inutilidade como uma sabedoria pela qual aprendemos a sentir o hálito da vida, sem a pressa da lógica produtiva do sistema.
Enfim, haveria outras reflexões a serem feitas. Pessoalmente, tenho muito que aprender, pois ainda não consigo praticar completamente isso que eu escrevi. Em grande parte, é pelo medo de ser excluído por essa lógica. Todavia, me sinto feliz em dar menos aulas hoje. Acordo cedo e vou para minha varanda. Estou cercado por árvores e flores que três vizinhos plantamos. Aqui produzo, ouvindo preguiçosamente os pássaros e, sentindo a grandeza de um Deus presente na natureza.
Posso estar enganado, mas acredito que a qualidade de vida pode estar em hábitos simples e descomplicados e que talvez eles possam nos livrar do mal de Alzheimer. Talvez...
Fonte acrescida: Acesso em 23 setembro 2013.

 
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