Frei Tibúrcio

Frei Tibúrcio 1349/2016

Que coisa

A coisa tá tão braba em Lafaiete que, por qualquer coisa e motivo, os caras estão se matando. O mês de dezembro -  leia reportagem completa na página 43 ? foi terrível! Cinco homicídios foram registrados - quatro só em CL. Um horror, se comparado a outras cidades do mesmo porte.

Cena lafaietense

As pessoas de bem estão tomando algumas preocupações e assumindo posturas, no mínimo, inusitadas, mas que são típicas de uma cidade sitiada pelo crime, como é a Lafaiete dos dias atuais. Se o cara bate no seu carro ou mexe com sua mulher ou seu marido e xinga sua mãe, em vez de se estressar, o segredo é dizer, baixinho: "Muito obrigado, senhor" A tática é para evitar confronto e, pasmem, tiros e facadas. Cruzes! Mil vezes cruzes.


Foguetes

Este irascível escriba aproveita a ocasião e a proximidade dos festejos natalinos para soltar um foguetinho de mil estalos para a diretoria do Clube Recreativo Dom Pedro II, que encerra seu mandato no início de janeiro. As luzes de Natal e as promoções são um sucesso e motivo de orgulho para nossa cidade. A coluna confabula e fica pensando o que seria de Lafaiete sem o glorioso Dom Pedro II. É um exemplo, não só para CL, mas para Minas e o Brasil também.

Pedágio

Há três grupos em Lafaiete que defendem posições diferentes em relação às obras da concessionária Via 040 no trecho da estrada que corta nosso município. O primeiro grupo defende que a Via 040 construa um contorno passando pela parte oeste da cidade, próximo ao distrito de São Gonçalo. Já o segundo luta pelo contorno pela região leste, cortando, entre outras, as localidades de Almeidas e Buarque. O terceiro, que incluí este humilde escriba, quer a duplicação pura e simples do traçado original da 040. É o que seria mais rápido e fácil, atualmente, sem muito imbróglio.

Futuro

Esses três grupos precisam se unir e lutar por um único objetivo. Enquanto isso, outras cidades já estão sendo contempladas com muitas obras ? vejam Congonhas! ? e nós continuamos apenas pagando pedágio. Uma solução, já pensada pelo grupo que defende a duplicação apenas do trajeto original, sem a construção de contornos, é entrar com uma Ação Civil Pública, exigindo a suspensão imediata da cobrança de pedágio, até que as licenças ambientais sejam aprovadas e as obras de duplicação iniciadas. Oremos.

Aos leitores

A coluna agradece e deseja a seus leitores um feliz Natal.


Coluna enviada no dia 06/01/2017




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