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Saúde


Setembro Amarelo: Um mês de reflexões e valorização da vida



Foto: Divulgação



Diariamente, as pessoas vivenciam diversas emoções, boas ou ruins, como, alegria, felicidade, tristeza, raiva, frustração mas que, inevitavelmente, fazem parte da vida. O Setembro Amarelo é dedicado à difusão de informações sobre a importância do cuidado com a saúde Mental, que é fundamental para a manutenção do bem-estar e qualidade de vida de qualquer ser humano.O aumento de doenças e transtornos mentais tem se confirmado nos últimos anos. De acordo com dados da Organização Pan-Americana da Saúde, a depressão, por exemplo, é, atualmente, a principal causa de incapacidade em todo o mundo. Na América Latina, o Brasil é o país com maior prevalência do distúrbio afetivo associado a sentimentos de incapacidade, irritabilidade, pessimismo, isolamento social e baixa autoestima que interferem na vida diária.As estatísticas reforçam a necessidade de diálogo para que as pessoas não se sintam sozinhas e procurem auxílio. Conversar sobre esse assunto é o primeiro passo para identificar e construir planos de cuidado que protejam vidas. A melhor atitude passa pela compreensão de que os problemas e sofrimentos de uma pessoa não precisam ser vividos, individualmente, mas podem ser compartilhados.

 Hábitos saudáveis e impactos positivos na saúde mental
Sono irregular, mau humor, queda nos níveis de energia, alterações incomuns no apetite, raciocínio lento e incapacidade de cumprir suas obrigações de rotina são alguns sinais de que a saúde mental precisa de atenção.Por isso, incluir na rotina hábitos saudáveis de vida e atividades de autocuidado podem assegurar o bem-estar físico e emocional, além de possibilitar a execução de tarefas com mais disposição e responsabilidades.Os hospitais possuem um papel relevante na campanha. A começar pelo acolhimento humanizado, oferecendo escuta ativa e suporte psicológico e psiquiátrico para pacientes em sofrimento emocional agudo.A capacitação das  equipes de saúde ajuda a identificar sinais de alerta para ideação suicida e automutilação. Também são importantes as ações educativas para pacientes, acompanhantes e funcionários com orientações sobre a importância de falar a respeito do tema e buscar ajuda.




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Postado por Rafaela Melo, no dia 04/09/2026 - 10:03


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