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Comunidade


Membro do Conselho Municipal de Saúde pede desculpas após declarações em reunião

Nota pública foi divulgada após repercussão de manifestações durante encontro realizado no dia 26 de março em Lafaiete



Foto: Divulgação



Um dos membros do Conselho Municipal de Saúde de Conselheiro Lafaiete, Amarílio Zebral, conhecido como Marião, divulgou uma nota pública pedindo desculpas após as manifestações ocorridas durante reunião realizada no dia 26 de março. Na nota, Amarílio afirmou que o encontro teve como objetivo discutir pautas consideradas relevantes para a população, especialmente relacionadas à garantia de direitos fundamentais na área da saúde pública. Durante a reunião, foram levantadas preocupações quanto à condução de determinadas ações por parte do Governo Municipal e da Procuradoria, principalmente em relação à ausência de respostas e esclarecimentos ao Conselho.

Após a repercussão,ele destacou que mantém o compromisso com o diálogo respeitoso, a responsabilidade institucional e a legalidade, apontando esses princípios como fundamentais para a construção de políticas públicas que atendam à população. Entretanto, reconheceu que, no decorrer do debate e no calor do momento, proferiu palavras inadequadas, incompatíveis com o ambiente institucional e com os princípios que sempre defendeu ao longo de sua trajetória sindical e social.

Diante disso, apresentou, de forma clara e inequívoca, pedido de desculpas à procuradora mencionada, a todas as mulheres, às servidoras e servidores públicos e à população de Conselheiro Lafaiete. Segundo ele, suas palavras foram inadequadas e não refletem os valores que norteiam sua atuação.

Amarílio também reafirmou seu compromisso com a defesa intransigente dos direitos humanos, com especial atenção à promoção, proteção e respeito aos direitos das mulheres, à dignidade da pessoa humana, à igualdade de gênero e ao combate a qualquer forma de violência, seja ela física, simbólica ou institucional.

A manifestação ocorre após a Prefeitura de Conselheiro Lafaiete divulgar uma nota oficial de repúdio em relação às declarações feitas durante a reunião. Segundo o Executivo, as falas teriam ultrapassado os limites do direito à crítica e atingido a dignidade e a integridade de uma agente pública no exercício de suas funções. De acordo com o comunicado da administração municipal, houve, em tese, incitação à agressão contra a servidora, situação considerada incompatível com os princípios do debate democrático, como respeito institucional, urbanidade e legalidade.

 




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Postado por Rafaela Melo, no dia 02/04/2026 - 14:16


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