Foto: Divulgação
O último domingo de janeiro e dedicado ao Dia Mundial Contra a Hanseníase. A data visa alertar e conscientizar a sociedade. A doença, cercada de preconceitos e estigma, é contagiosa, mas, tem controle e tratamento.
É importante desmistificar: hanseníase não é transmitida por abraço, aperto de mão, ou compartilhando objetos. A contaminação ocorre apenas pelo contato próximo e prolongado com gotículas de saliva de pessoas doentes que não estão em tratamento.
Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental para a redução da transmissão e do risco de desenvolvimento de incapacidades físicas. Os principais sintomas são a perda de sensibilidade da pele; manchas, que podem ser esbranquiçadas, amarronzadas e avermelhadas; formigamento ou dormência e inchaço dos braços, mãos, pernas ou pés; dor na pele e articulações; redução da força muscular e perda dos movimentos em casos mais graves, podendo levar o paciente a amputar as pernas, por exemplo. Fique atento aos sinais. O sintoma mais perigoso é negligenciar a doença.
O diagnóstico da hanseníase é feito por meio de exames. Caso sejam realizados de forma precoce, as chances de redução dos sintomas e sucesso no tratamento são maiores. Vale destacar que, ao realizar o tratamento, o paciente já não transmite a doença a terceiros.
Além de uma data específica, a campanha Janeiro Roxo, criada pelo Ministério da Saúde, completa dez anos em 2026. A iniciativa tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância de se prevenir contra a hanseníase, bem como propagar informações sobre a doença.
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Postado por Maria Teresa, no dia 28/01/2026 - 10:26