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Comunidade


Defesa Civil afasta risco iminente, mas mantém interdição parcial da Capela de Santo Antônio

As celebrações religiosas seguem sendo realizadas no salão social da igreja, em horários habituais



Foto: arquivo Jornal CORREIO


Capela de 1751 é reconhecida como patrimônio cultural do município

Um diagnóstico técnico da Defesa Civil trouxe alívio parcial à situação da Capela de Santo Antônio, em Lafaiete, fechada desde a identificação de danos no telhado. Em vistoria realizada no dia 14, o órgão concluiu que não há risco iminente de colapso estrutural global da cobertura, mas apontou perigo localizado de novos desprendimentos de telhas, sobretudo em períodos de chuvas intensas e ventos fortes. Segundo o laudo, o risco envolve possíveis danos ao patrimônio histórico, ao forro interno e à integridade física de fiéis e frequentadores. Diante disso, a Defesa Civil recomendou a realização urgente de manutenção corretiva no telhado, com substituição de telhas quebradas ou soltas, amarração adequada ao engradamento, verificação detalhada do madeiramento (incluindo caibros e ripas) e troca das peças deterioradas. Até a execução da solução definitiva, também foi orientada a instalação correta de lonas provisórias. O documento recomenda, ainda, a restrição de acesso às áreas internas diretamente afetadas, especialmente a região do altar central, até a completa regularização da cobertura. As intervenções devem ser acompanhadas por profissional habilitado, de modo a garantir a segurança da edificação e a preservação das características arquitetônicas da capela, erguida em 1751 e reconhecida como patrimônio cultural do município. Em nota, a Irmandade de Santo Antônio de Queluz, responsável pela administração do templo, informou que já iniciou a busca por profissional especializado para executar os serviços indicados no laudo técnico. A entidade agradeceu à Defesa Civil pelo atendimento à solicitação de vistoria e destacou a agilidade da equipe no comparecimento ao local. A Irmandade também registrou que, passados nove dias do desprendimento ocorrido no teto do camarim, não houve contato por parte do poder público municipal para obter informações sobre o ocorrido. As celebrações religiosas seguem sendo realizadas no salão social da igreja, em horários habituais, enquanto a capela permanece com acesso restrito nas áreas indicadas pela Defesa Civil.

 




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Postado por Sônia da Conceição Santos, no dia 25/01/2026 - 08:20


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