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Comunidade


Mobilização Nacional reúne dezenas de mulheres em Lafaiete

A manifestação trouxe cartazes e frases de enfrentamento à misoginia e à discriminação



Foto: divulgação


Durante sua fala, a vereadora Damires Rinarlly destacou políticas públicas fundamentais implementadas ao longo de seu último mandato

Lafaiete também enviou sua mensagem contra o feminicídio. Na manhã de domingo, dia 7, dezenas de mulheres se reuniram na praça do Cristo durante a Mobilização Nacional de Mulheres, ato simbólico contra o feminicídio e todas as formas de violência de gênero. Organizado pela vereadora Damires Rinarlly, pelo Instituto Mulherar e pela ativista Delaine, o encontro integrou o movimento nacional realizado simultaneamente em diversas cidades. A manifestação trouxe cartazes e frases de enfrentamento à misoginia e à discriminação. Pares de sapatos espalhados pelo local representaram, de forma silenciosa, as mulheres que tiveram suas vidas ceifadas pela violência. Um momento especial lembrou as vítimas de feminicídio de Lafaiete, reforçando a urgência de interromper ciclos de agressão.

Durante sua fala, a vereadora Damires Rinarlly destacou políticas públicas fundamentais implementadas ao longo de seu último mandato, como o Centro de Referência da Mulher (que oferece acolhimento psicológico, social e jurídico), o Grupo Reflexivo “Dialogar” para homens agressores (destinado a conscientizar e reduzir a reincidência, iniciativa do TJMG) e a Casa-Abrigo (que hoje garante segurança a mulheres em risco iminente de morte). O serviço, inédito na cidade, foi implementado por meio de políticas públicas consistentes, através do consórcio Mulheres das Gerais. Damires enfatizou que, apesar das conquistas, a luta continua e que seguirá incansável para ampliar a rede de proteção e garantir que mais mulheres possam viver com dignidade, liberdade e segurança.

A mobilização também foi fortalecida pela presença das vereadoras Regina Costa e Cida Toledo, além do Coletivo Alforria e do grupo Fibromialgia Ativa. Somaram-se ainda mulheres de Congonhas e Ouro Branco, reforçando que o enfrentamento ao feminicídio é uma luta regional e que nenhuma mulher da região deve sofrer ou morrer vítima da violência.

 




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Postado por Sônia da Conceição Santos, no dia 18/12/2025 - 13:19


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