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Festival de Inverno transforma Congonhas em palco de arte e inclusão

Com 23 dias de programação gratuita, evento celebrou a diversidade cultural e movimentou a economia criativa da cidade



Fotos: Prefeitura de Congonhas/Daniel Silva


Shows, peças de teatro, dança, literatura, audiovisual e manifestações populares ocuparam espaços como a Romaria, Praça JK, Praça de Eventos, Teatro Dom Silvério, Ladeira Histórica e Museu de Congonhas

 

De 11 de julho a 2 de agosto, Congonhas se tornou um grande palco a céu aberto durante o Festival de Inverno 2025. Ao longo de 23 dias, ruas, praças e centros culturais receberam uma programação gratuita que celebrou a diversidade artística, promoveu a inclusão social e fortaleceu a economia criativa da cidade histórica.

Shows, peças de teatro, dança, literatura, audiovisual e manifestações populares ocuparam espaços como a Romaria, Praça JK, Praça de Eventos, Teatro Dom Silvério, Ladeira Histórica e Museu de Congonhas. O encerramento contou com a energia contagiante da banda Chama o Síndico e o show do cantor Diogo Nogueira, que embalou o público com sucessos como Clareou, Pé na Areia e Não Deixe o Samba Morrer. “Um festival como esse é essencial para manter viva a nossa identidade, levando arte para todos”, afirmou o artista. A edição deste ano também trouxe novidades que ampliaram o alcance do festival. Houve noite dedicada ao forró, batalha de slam no Museu de Congonhas, apresentação da orquestra sinfônica na Romaria e um cortejo cultural na abertura oficial. Pela primeira vez, um dia inteiro foi reservado às crianças, com oficinas e atividades lúdicas, incluindo o palco aberto com a Fundação Clóvis Salgado.

Outro destaque foi o palco “Pé da Ladeira”, que reuniu bandas locais em um ambiente acolhedor, marcado pelo clima das noites de inverno mineiras. Integrado ao projeto “Ladeira Criativa”, o espaço impulsionou o trabalho de artistas, artesãos, ambulantes e entidades sociais, com apoio das secretarias municipais de Cultura, Desenvolvimento Econômico, Desenvolvimento Social e Esportes. “O festival é o retrato do que esse governo é capaz de fazer quando atua de forma integrada”, afirmou o secretário de Cultura, Pedro Cordeiro. “Promovemos arte de qualidade, lançamentos de livros, rodas de conversa e acolhemos públicos diversos, sempre valorizando a produção cultural local, regional e nacional.”

 

O encerramento contou com a energia contagiante da banda Chama o Síndico e o show do cantor Diogo Nogueira

 

 

 




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Postado por Sônia da Conceição Santos, no dia 05/08/2025 - 13:20


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