Comunidade


Greve de ônibus para Lafaiete, Congonhas e Ouro Branco



Assim como Lafaiete, Congonhas e Ouro Branco também amanheceram em greve nesta quinta-feira, dia 2. Segundo informações iniciais obtidas junto às empresas pela nossa equipe de Jornalismo, em Ouro Branco, o gerente da Viação Paraíso, Alexandre, confirmou a greve e informou que apenas três ônibus estão circulando. No momento, a empresa está negociando com o Sindicato da categoria para que seja cumprida a lei, mantendo a circulação mínima de 30% da frota.  No entanto, ainda segundo Alexandre, o Sindicato se recusa a ceder.

Já em Congonhas, a Viação Profeta informou que a paralisação começou às 5h da manhã, quando representantes do Sindicato da categoria chegaram à garagem da empresa, mobilizando para que os funcionários não assumam seus postos. Até o momento, apenas oito veículos estão em circulação. A empresa também está em negociação com o Sindicato.

Em Lafaiete, quem esperou pelo transporte público na manhã chuvosa de 2 de junho também se atrasou para seus compromissos. A greve foi deflagrada no início da manhã, e apesar de várias tentativas, ninguém da empresa foi encontrado para informar sobre o andamento das negociações. Toda a cúpula da empresa na cidade permanecia reunida, para definir os rumos da greve.

O que a categoria pede

O assunto já havia sido adiantado pelo Jornal CORREIO. Eles pedem reajuste pela métrica do INPC, que equivale a 11,08%. A primeira proposta apresentada pelos patrões, de 4% de aumento, foi submetida à apreciação dos trabalhadores em assembleias em março, realizadas em Lafaiete, Congonhas e Ouro Branco, sendo rejeitada. Uma segunda proposta foi apresentada e chegava ao patamar de 7,5% de aumento.

O Sindicato das Empresas de Transporte de Conselheiro Lafaiete (Sincol) argumenta que um reajuste superior a este proposto inviabilizaria as empresas e poderia gerar demissões. As negociações são medidas pelo Ministério do Trabalho de Lafaiete, mas há o pedido para que as conversas ocorram separadamente, devido à realidade financeira de cada cidade. As empresas pretendem, inclusive, aplicar o aumento de 7,5% já na folha de maio, paga em junho. A medida parece não ter agradado e a categoria aderiu a grave em Lafaiete.


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Escrito por Rafaela Melo, no dia 02/06/2016


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