Comunidade


Atendimento no Sine volta a ser alvo de reclamação



Mais uma vez o Jornal CORREIO foi procurado por pessoas que reclamaram do atendimento prestado no Serviço Nacional de Emprego (Sine). Elas relataram condutas não condizentes com as que deveriam ser adotadas pelos funcionários da agência.

O reclamante conta que vai, frequentemente, ao Sine e sempre sai da unidade sem as respostas que procura. “Lá trabalham pessoas sem preparo, que não têm atenção para com quem precisa de informação correta. Fiz um cadastro para as vagas de mecânico montador ou caldeireiro. Acontece que, quando surgem as oportunidades,  não avisam e a gente fica na fila. Quando chega sua vez, falam que a vaga foi preenchida. É um absurdo isso”, disse, apontando falha no sistema. “Se não é para chamarem, então, para que fazer o cadastro”, protesta.

Em nota, o gerente do Sine de Lafaiete, Marcelo Gonçalves Vilela informou que a agência realiza o cadastro dos trabalhadores no Sistema do Ministério do Trabalho e Emprego (MTB), registrando o perfil socioeconômico, educacional e profissional, visando a identificar os serviços que possibilitem a sua inserção no mercado de trabalho. O atendente, ao realizar ou atualizar o cadastro do trabalhador, faz uma entrevista, visando a identificar suas competências, habilidades, conhecimentos e necessidades, maximizando as chances de colocação ou recolocação no mundo do trabalho e emprego. “Os trabalhadores deverão comparecer à unidade do Sine para verificar as oportunidades de emprego. Ao identificar vagas compatíveis ao perfil profissional do trabalhador, o atendente deve verificar os critérios subjetivos do empregador para a vaga divulgada. Quando há compatibilidade entre o perfil do trabalhador e o perfil da vaga solicitada pelo empregador é liberada a carta de encaminhamento para a participação na entrevista”, informa.

Conforme o gerente, o Sine realiza convocações para vaga considerada de perfil raro, onde há dificuldade para encontrar candidatos para o processo de seleção. Marcelo ainda explica que o empregador, ao divulgar a vaga de emprego, solicita um determinado número de candidatos para o processo de seleção e após a vaga ser cadastrada no sistema, fica disponível para os atendentes realizarem a Intermediação de Mão de Obra. “Quando atingi-se esse número de encaminhamentos, não é possível encaminhar mais candidatos, logo não há mais a vaga que, automaticamente, sai do sistema”, frisa.

Quanto às críticas aos servidores do Sine, Marcelo ressaltou que os funcionários são capacitados, passam por treinamentos e são avaliados em provas objetivas para obter o credenciamento.  “Em relação à suposta falta de educação dos atendentes, faz-se necessária a identificação para que sejam tomadas medidas cabíveis, pois a nossa função é a intermediação do trabalhador com o empregador de maneira que haja uma boa relação com todos”, afirma.




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Escrito por Rafaela Melo, no dia 07/10/2015


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