Política


Vereadores destacam operação contra baderna na avenida



A operação de uma força-tarefa na avenida Telésforo Cândido de Resende foi um dos temas mais comentadas na reunião de terça-feira, dia 16. Vários edis se pronunciaram, parabenizando o trabalho que envolveu as polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros, Poder Ju­di­ciário, Prefeitura, Guarda Municipal e Defesa Social.

Segundo o presidente da Casa, João Paulo (PSB), a ação vem ao encontro de diversas reclamações que chegaram até os gabinetes dos vereadores. “Gostaria de cumprimentar o belo trabalho dos vários órgãos que se uniram para realizar uma batida em diversos estabelecimentos da avenida, verificando denúncias de irregularidades. Que esse serviço continue para garantir mais segurança a população de Lafaiete”, afirmou.

O trabalho da força-tarefa também atendeu a uma reclamação do vereador Tarciano Franco (PRTB) que destacou o trabalho de fiscalização realizado no domingo. “Há muito tempo venho usando essa tribuna para relatar as diversas situações ocorridas na avenida. Vimos que é possível acabar com aquela baderna. Caso isso aconteça pelo menos uma vez por mês, tenho certeza de que irá acabar com esses vândalos que vão para avenida não para se divertir, mas para causar confusão.

O vereador Sandro José foi outro a ressaltar o trabalho realizado na avenida. Para ele, a segurança deve mesmo ser compartilhada pelos diversos órgãos capazes de coibir atitudes contrárias à ordem pública. Pedro Loureiro fez coro ao colega: “A segurança pública é bastante complexa e é preciso que o cidadão colabore de­nunciando infrações e suspeitas de crimes”, afirmou. 

Flanelinhas x Rotativo

Os edis levantaram outro problema que é a permanência de flanelinhas no canteiro central da avenida. João Paulo comentou que é um absurdo a população ficar refém desses indivíduos e cobrou providências. A fala do vereador foi reforçada por Sandro José. Para ele, se o poder público já tivesse implantado o estaciona­men­to rotativo essa situação já teria sido inibida. “Acontece que não foi regulamentado e os flanelinhas tomam conta do espaço público. Temos mais de duas mil vagas e com o rotativo va­mos ganhar em segurança e em arrecadação”, disse, afirmando que os recursos podem ser utilizados para ações no trânsito da cidade.

Benito aproveitou o ensejo e ponderou sobre uma conversa que teve com representantes da guarda municipal que revelou a ele a falta de estrutura e logística do município para implantar o sistema rotativo.

 




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Escrito por Rafaela Melo, no dia 24/06/2015


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