Polícia


Quase dois anos depois, crime que tirou a vida de idoso em Caranaíba ainda não teve solução

Em agosto de 2017, Zé Rosa foi assassinado a tiros e sua esposa Maria da Glória, baleada dentro de casa


Prestes a completar 2 anos, ainda está sem solução o crime que tirou a vida de um sitiante e chocou a localidade de Bom Sucesso, zona rural de Caranaíba. O fato ocorreu no dia 5 de agosto de 2017 e, desde então, a cidade nunca mais foi a mesma. O medo e a insegurança apavoram os moradores, que cobram uma solução do caso à polícia.
Segundo informações da época, José Ferreira, conhecido como Zé Rosa, de 67 anos, teve sua residência invadida por volta de 0h30. Baleado, o homem não resistiu aos ferimentos e faleceu. De acordo com o boletim de ocorrência, a esposa do sitiante, Maria da Glória Dutra Souza, de 60 anos, também foi baleada. Quando a Polícia chegou, a senhora estava ferida com um disparo de arma de fogo no lado esquerdo do peito, mas consciente e de pé.
A idosa teria relatado aos policiais que não se recordava de nada. Aparentemente, ela teria desmaiado e só acordou por volta de 4h, na cama, do lado de seu marido. Maria foi socorrida pela ambulância e encaminhada ao Hospital São José (HMSJ), onde ficou internada no CTI, sob cuidados médicos, por alguns dias e recebeu alta.
Nossa Reportagem conversou com o delegado responsável pelo caso, Itamar Cláudio Neto. Segundo ele, foram ouvidas inúmeras pessoas e feitas diversas diligências para apurar o caso: “ O inquérito está em fase de ser encerrado. Ainda falta uma ou duas diligências, mas acreditamos que dentro de 30 ou 40 dias já teremos identificado os culpados”, informou.
A linha de investigação da polícia aponta para o crime de latrocínio: “Chegamos à conclusão de que são três envolvidos. Mas, ainda não temos uma identificação precisa, por isso, precisamos de mais algumas diligências. Estamos empenhados no caso e temos por hábito sempre dar uma resposta à sociedade. Nosso índice de solução de crimes em Carandaí é de 100%”, concluiu o delegado.


O Jornal CORREIO entrou em contato com os familiares de Maria da Glória Dutra Souza, mas eles preferiram não se posicionar.




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Escrito por Redação, no dia 06/08/2019


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