Comunidade


Após morte de criança, pais denunciam negligência de hospitais de Lafaiete



Naiara Cristina dos Santos, 25 anos, e Wallacy Jesus Morais Junior, 28 anos, planejaram com muito amor a chegada do segundo filho do casal. Pintaram o quarto, compraram o enxoval e escolherem o nome: Brayan dos Santos Morais. No dia 20 de setembro, com 38 semana e 4 dias de gestação, a dona de casa procurou o hospital Queluz, sem imaginar que começaria ali o capítulo mais triste dessa história. Um parto de difícil e, 3 dias depois, a morte do filho. Conforme revela, a dor se tornou ainda maior pela sensação de que tudo poderia ser diferente se seu caso tivesse recebido a atenção que esperava. Naiara conta que deu entrada no hospital, pela primeira vez, às 17h40, sentido fortes dores: "Eu estava com sangramento. Um dos médicos de plantão me atendeu e falou que eu estava com 2 cm de dilatação; que poderia me internar, mas quem faria meu parto seria o plantão seguinte. Então, segui seu conselho e fui para casa, para voltar no dia seguinte. Mas já cheguei com um sangramento mais forte. Retornei ao hospital por volta de 20h40. Esse médico me avaliou de novo, me internou, mas voltou a falar que quem faria meu parto seria outro médico", lembra.

 

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Escrito por Redação, no dia 11/10/2018


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