Região

Música sem Barreiras II chega a Congonhas, atingindo a metade da temporada de 2018

Depois de passar por duas das mais importantes cidades do Centro-oeste mineiro, Pará de Minas e Itaúna, o projeto Música sem Barreiras II atinge a metade de sua segunda temporada e chega à região Central do Estado, com a proposta de realizar a circulação e o intercâmbio artístico em outros dois municípios: Congonhas e Itabirito. Em Congonhas, o projeto ocorrerá já no próximo dia 12 de julho, quinta-feira e, em Itabirito, um mês depois, em 11 de agosto.

O Música Sem Barreiras II é uma das propostas culturais mais fundamentais e abrangentes da Fundação de Educação Artística ? FEA. O projeto, iniciado no começo de junho, vai acontecer até 14 de agosto. Depois de Congonhas, a caravana cultural vai ainda passar por Itabirito e Carmo do Cajuru.

O Música sem Barreiras consiste na realização de workshop para alunos locais, e de uma apresentação musical aberta ao público. Todas as atividades são gratuitas. Em Congonhas serão oferecidas 30 vagas para o workshop, que ocorrerá de 14 às 17 horas, na Escola Municipal Engenheiro Oscar Weinschenck, Praça 7 de setembro, 165, Matriz.

Todas as vagas são destinadas a alunos da rede municipal de ensino com iniciação em música. A partir de atividades de percepção, criação e performance, o workshop pretende proporcionar aos alunos uma vivência musical vinculada à voz, aos movimentos corporais e à escuta.

A apresentação musical será às 19 horas, no mesmo local. Participam desta apresentação alunos e professores da FEA: Agostinho Paolucci Neto e Pedro Henrique Almeida Ferreira (violões); Alberto Fernandes dos Santos (contrabaixo); Sara Hosana Dutra Pereira (violino); Marcelo Chiaretti (flauta); Jefferson Assis de Souza  (clarinete); Almin de Oliveira Silva (percussão); Gustavo Elias Ramos Rodrigues (guitarra); Samuel Alexandre de Assis Eustáquio (cavaquinho); Rafael Macedo (voz e violão) e Raisa Campos Pinheiro, mais conhecida no meio artístico como Izza (voz).

O Música sem Barreiras foi idealizado como  um programa de circulação artística e cultural, baseado em workshops  para alunos com os mais diferentes perfis ? já que as realidades de cada cidade contemplada podem ser as mais diversas -, além de apresentações musicais abertas ao público em geral. Essas apresentações podem ter formatos variados, como solistas, duos e trios de diversos instrumentos, além de formações mais completas, com vários instrumentistas. Todas as atividades do projeto são gratuitas.

No ano passado, em sua primeira edição o projeto passou por Belo Horizonte, Sarzedo, Ouro Preto, Ibirité, Conceição do Mato Dentro e Betim. O projeto pretende levar a comunidades de diferentes regiões do estado ações culturais inclusivas e participativas, que favoreçam a interiorização, o intercâmbio e a acessibilidade à música, respondendo às demandas culturais locais da maneira mais abrangente e interativa possível.

Outro aspecto que merece destaque é o forte estímulo à formação profissionalizante de alunos bolsistas para a música. Eles participam do programa de bolsas de estudos da FEA que beneficia jovens com reconhecida vocação para a música, mas que não dispõe de recursos para custear seus estudos musicais.

O projeto

Segundo a coordenadora do Música sem Barreiras, professora Cristina Guimarães, o projeto busca fazer jus ao nome. Para ela, o programa é sem barreiras porque abre espaço para jovens carentes que querem estudar música, assim como rompe obstáculos ao chegar a comunidades carentes das periferias e do interior, enquanto favorece a formação profissionalizante de jovens músicos, sem limitar gêneros musicais ao programa de apresentações. "O legado é diferenciado e tanto estimula o movimento musical local quanto o desenvolvimento da sensibilidade artística, preparando o aluno para ouvir. Isto é apreciação musical", celebra Cristina Guimarães.

Para o professor e também coordenador, Marcelo Chiaretti, este é um projeto musical e pedagógico que desenvolve ações dentro e fora da própria escola, procurando estabelecer vínculos e parcerias com instituições de ensino da arte, secretarias de cultura, conservatórios, teatros e espaços culturais de cidades por onde passa.  Ele destaca o objetivo de promover o encontro e o intercâmbio entre músicos, professores e alunos da FEA e os das cidades contempladas através de atividades musicais como workshops e concertos. "Trata-se de um projeto de formação musical num sentido mais amplo, englobando ações culturais e pedagógicas, procurando estabelecer diálogos com a diversidade artística e cultural de cada lugar visitado", conclui Chiaretti.

O projeto tem outros coordenadores, como o professor Rafael Macedo. O Música sem Barreiras II é um projeto da FLAMA ? Associação de Amigos da Fundação de Educação Artística, com realização pela Fundação de Educação Artística e patrocínio da CEMIG ? Companhia Energética de Minas Gerais, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura."

A Fundação de Educação Artística é uma entidade sem fins lucrativos, de forte cunho social, que tem como objetivo contribuir para a democratização, o aprimoramento e a atualização do ensino das artes e, em particular, da música. Criada em Belo Horizonte, em maio de 1963, por Berenice Menegale e um grupo de artistas e intelectuais mineiros, apresentou-se, desde sempre, como um centro de experimentação, renovação e difusão artística de base cultural ampla. Por valorizar o intercâmbio entre as artes, a Fundação de Educação Artística mantém-se sempre aberta a novas ideias, experimentações, pesquisas, como é o caso do projeto Música sem Barreiras.

Música sem Barreiras II ? Edição 2018

SERVIÇO

Projeto Música sem Barreiras II em Congonhas

Data: Quinta-feira, 12 de julho de 2018

HorárioWorkshop: 14 às 17 horas, na Escola Municipal Engenheiro Oscar Weinschenck, Praça 7 de setembro, 165, Matriz

Apresentação musical: 19 horas, no mesmo local

Projeto: FLAMA ? Associação de Amigos da Fundação de Educação Artística

Realização: Fundação de Educação Artística

Patrocínio: CEMIG ? Companhia Energética de Minas Gerais ? Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais

Apoio institucional ? Prefeitura Municipal de Congonhas



Notícia enviada por Redao, no dia 11/07/2018




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