Polícia


Servidores do Presídio de Lafaiete entram em greve e detentos ficam sem atendimento



Ainda não tem previsão de término a greve dos servidores administrativos do Sistema Prisional, que teve início na segunda-feira, dia 26. Sem a atuação desses profissionais, que fazem assistência jurídica, social, psicológica e à saúde dos detentos, os trabalhos de ressocialização ficam paralisados. Apenas um atendimento mínimo à saúde está sendo mantido, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG). Ainda segundo a entidade, há uma adesão de 90% da categoria. Entre 90 a 110 unidades prisionais e Centros Socioeducativos estão paralisadas, incluindo o presídio de Lafaiete. A greve não conta com a adesão de agentes penitenciários, que são os responsáveis por fazer a segurança nos presídios.

Segundo informou ao Jornal CORREIO o diretor jurídico do Sindpúblicos, Geraldo Henrique, a greve acontece pelo fato do governo do estado não ter cumprido um acordo celebrado em 2015: "Esses servidores ficaram fora do reajuste que ocorreu em 2011. Na época, o governo concordou de fazer o reajuste para estes servidores em 2015, mas não conseguiu cumprir. Não tendo outra solução, os servidores entraram em greve. Outra reivindicação é a ajuda de custo, que o estado tem dado a cerca de 15 categorias e seria justo dar a eles também, devido à defasagem salarial", explica.

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Escrito por Redação, no dia 02/03/2018


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