Saúde


Diabetes atinge uma em cada 11 pessoas no mundo



Segundo levantamento recente feito pela International Diabetes Federation (IDF), 1 em cada 11 adultos tem diabetes, ou seja, o número de adultos que sofrem com diabetes no mundo já chega a 415 milhões. O mais alarmante é que mais de 46% dos adultos com diabetes desconhecem ser portadores da doença. Mas com o diagnóstico precoce da doença há como intervir de forma efetiva no controle da glicose e, assim, evitar ou diminuir a progressão das tão temidas complicações da patologia, com destaque para complicações como retinopatia, nefropatia, obstrução arterial, infarto ou AVC. Testes laboratoriais são altamente importantes para diagnosticar o tipo da doença e o tipo de controle.

Para detectar a doença, o exame básico é a chamada glicemia de jejum, que deve estar entre 60 a 99mg por 100 ml de sangue. Resultados entre 100 e 200 devem ser avaliados de acordo com a clínica e histórico de cada pessoa. Dosagens que ultrapassam 200mg/dl já podem ser consideradas como diabetes. Em caso de dúvida, exames complementares podem ser solicitados como o teste oral de sobrecarga a glicose.

Para manter a doença sob controle, o portador deve realizar, pelo menos duas vezes ao ano, o exame da hemoglobina glicada, ou A1C. Só ele detecta como se comportou o açúcar nos últimos dois ou três meses, dado essencial para avaliar os estragos no organismo. O exame dosa a quantidade de glicose que se combinou com a hemoglobina dos glóbulos vermelhos, ou seja, o quanto de açúcar circulou pelo sangue naquele período, que é justamente o tempo de vida das hemácias.

Outros exames

Teste da frutosamina - O teste ou exame da frutosamina é o exame de sangue usado para avaliar o controle da glicose durante um período de duas a três semanas. Mostra o resultado das reações da glicose com proteínas presentes no sangue. É utilizado, geralmente, quando não é possível fazer o teste da hemoglobina glicada ou quando se quer uma resposta mais breve sobre ajustes recentes na medicação, pois a hemoglobina glicada mostrará os efeitos das alterações do tratamento somente depois de um período de 1 a 2 meses.

Peptídeo C - Embora o peptídeo C não tenha efeito sobre o nível de glicose no sangue, serve como um indicador da quantidade de insulina que o pâncreas está produzindo, pois são liberados em quantidades iguais. Analisar os níveis de peptídeo C é muito útil, principalmente, para determinar e diferenciar entre o tipo 1 e o tipo 2 de diabetes: quando são nulos ou muito baixos, pode falar-se de diabetes 1: o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina.

Se, pelo contrário, são normais e até elevados, então se trata de diabetes 2: as células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade. Nesse tipo, a baixa qualidade de insulina é o que provoca a elevação dos níveis de glicose. Há, ainda, a diabetes gestacional, que ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocada pelo aumento excessivo de peso da mãe.

Cuide-se

Sede excessiva; vontade de urinar com frequência; cansaço sem motivos ou exageradamente fora do comum; aumento de apetite; rápida perda de peso; dificuldade de concentração; câimbras; dores nas pernas; visão embaçada; ferimentos e dificuldade de cicatrização; náuseas ou vômito. Se você identificou algum deles, procure um médico. Não deixe que a doença comprometa sua saúde. Faças exames e se cuide. O Hemolab pode estar com você neste momento.

Serviço

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Telefone: (31) 3764-6000

Site: www.hemolab.com.br




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Escrito por Redação, no dia 22/11/2017


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