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Livro da “Família Apolinário” será lançado neste mês

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Em seu impressionante “Baú de Ossos”, o escritor Pedro Nava cria um painel histórico e social de Minas e do Brasil a partir da memória de seus antepassados. Mineiro de Juiz de Fora, Nava vai buscar em sua família os elementos para a compreensão de si e da sociedade do início do século XX.

 

Com uma intenção similar à do escritor juizforano, alguns membros da família Apolinário assumiram o árduo e meticuloso trabalho de pesquisa para encontrar as origens da família e rastrear seus descendentes. Foram dois anos e meio de pesquisas em cartórios de Queluzito, Santana dos Montes, Lafaiete; várias visitas a museus e arquivos eclesiásticos e centenas de entrevistas com membros da família espalhados por Lafaiete, cidades da região, Sul de Minas e até São Paulo. O resultado foi a compilação de um mundo de informações que geraram o livro “Família Apolinário - Memória & Cidadania”. “O livro será lançado neste dia 25 dentro do Festival do Santanense Ausente, em Santana dos Montes. Mas, posteriormente vão ocorrer outros lançamentos, tanto em Lafaiete como em Queluzito e demais cidades onde há membros da família Apolinário”, comentou o professor Osmir Camilo Gomes, que coordenou as pesquisas. Ele pertence à quinta geração da família Apolinário. A equipe de pesquisadores foi composta por: Ângela Aparecida, Carlos Alberto, Elza Apolinário, Geraldo Apolinário, Jane Márcia, Maurício José, Osmir Camilo e Valéria Cristina. Sob orientação de Doracy, Gessy e Ilda Apolinário. As fotografias são de Luciano Andrei, Jonathan Manassés, Samantha Emanuelle e Amarantha Dudalla -  todos descendentes da família Apolinário.

A publicação deste livro foi possível, sobretudo, em função do interesse dos próprios membros da família ao adquirirem uma cota de exemplares do livro - o que facilitou a viabilização do projeto. A edição foi feita por meio de uma parceria entre a Lesma Editores e All Arts Publicidade com apoio das prefeituras de Conselheiro Lafaiete, Queluzito e Santana dos Montes.

Evolução e unidade

“A ideia de se fazer o livro surgiu durante uma entrevista com Ilda Apolinário em sua residência em Santana dos Montes. Com uma memória formidável ela deu pistas concretas sobre nossas origens e nos ajudou a encontrar o fio da meada para iniciar as pesquisas”, explica Osmir Camilo. As pesquisas levaram à localização de ancestrais dos Apolinário em Santana dos Montes e Queluzito na segunda metade do século XIX. João Antônio dos Santos Apolinário, de Santana, casa-se com dona Maria José de Jesus, natural de Queluzito. A descendência deste casal é o início da família Apolinário e é o eixo central do livro.

Do ponto de vista conceitual a obra divide-se em duas partes: o século rural e o século urbano. Assim o livro vai jogar luzes sobre a vida dos patriarcas e seus descendentes imediatos na lida da roça e atividades domésticas em Queluzito e Santana e a migração para centros urbanos como Conselheiro Lafaiete, Lavras, Rio Acima, Contagem, Congonhas, Ipatinga, Carmo da Mata, São João Del Rei e até fora do Estado, como São Paulo e o norte do País. A partir daí vários membros da família vão se destacar em aspectos da vida social mais “militante”, por assim dizer. Aí o que se constata é o espírito de liderança e filantropia dos Apolinário na vida comunitária, religiosa, sindical, cultural, educacional e também na política local.

Contudo essa série de “ascensões sociais” não vão tirar as principais marcas da família que é a simplicidade e a cooperação entre si e dentro da sociedade. A leitura do livro “Família Apolinário - Memória & Cidadania” permite observar que o indivíduo será julgado pelos seus valores e que o berço da nossa cultura será sempre a família. Assim continua valendo a máxima do poeta: “quem puxa os seus não degenera”.

Pesquisadores na cidade de Carmo da Mata

Confraternização da família Apolinário em Rio Acima

Ilda Apolinário em sua residência em Santana dos Montes

Orédia, Rosinha, Ritinha, Honorita e João Apolinário

Texto: Wagner Vieira

Fotos: Arquivo da Família


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Última atualização ( Ter, 27 de Julho de 2010 14:36 )  

Comentários 

 
-1 #87 margareth mara silva 06/07/2014 10:38
Meu era Olegario Antonio Apolinario nasceu Manhumirim,filh o de Joaquina Apolinario .Gostaria de adquirir o livro.Como devo fazer para adquiri-ló.
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0 #86 margareth mara silva 30/06/2014 17:13
Meu pai era Olegario Antonio Apolinario ,mineiro Manhumirim-MG,Perdeu contato com familia ainda criança.Minha avo Joaquina Apolinario ficou viuva e deu ele para uma familia cria-ló.Meu avô Manoel.Gostaria de adquirir umlivro da familia Apolinario.
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0 #85 Daiani Apolinario 26/04/2014 12:46
Como faço para adquirir o livro aqui em S.C.?
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0 #84 Daiani Apolinario 26/04/2014 12:43
Tenho o sobrenome Apolinario, sou decendente de Antonio Apolinario, moro no sul de Santa Catarina, alguém saberia dizer se tenho algum vinculo com a familia Apolinario de minas? Sei que minha bisavó era indigena mas não tenho nenhuma informação de meu bisavô que trouxe o sobrenome com ele. Ele faleceu antes de 1950.
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0 #83 jefter apolinario mo 22/04/2014 09:54
eu sou filho de Maria Laerte Apolinario, meu avô se chamava josé apolinario, todos de minas gerais mais precisamente de cruzilia. gostaria de saber se somos parentes.
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+1 #82 12/02/2014 15:09
Gostaria de mais informações sobre essa família Apolinário grato.
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+1 #81 22/01/2014 09:26
ola me chamo Ana Paula Apolinario , filha de antonio de jesus apolinario, moro em Curitiba , gostaria de adquirir o livro e saber mais sobre a origem da família apolinario, att : Ana
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0 #80 14/01/2014 10:28
Meu nome é Francisco Miguel Apolinário, filho de João Apolinário Sobrinho falecido em Barra de São Francisco/ES. Gostaria de saber o nome do meu bisavô.
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0 #79 14/01/2014 10:23
Sou Apolinário a curioso quero saber sobre meus ancestrais no Brasil, quero comprar o libro, ajude-me.
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-1 #78 25/09/2013 16:20
eu ou da familia apolinario e queria saber mais sobre isso meu avo é mais conhecido como velho aplinario mais eu tenho no meu nome aplinario so queia saber um pouco mais!
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