Pesca

No mato Grosso, pescadores lafaietenses se rendem às belezas do rio Araguaia

O rio Araguaia, no Mato Grosso, mais uma vez, foi o destino escolhido pela turma dos Tracajás de Lafaiete. Rinal­do, Ma­nuel, Dário, Manoel Santana, Gerson, Nelson, Jairo, Antônio Freitas, Diogo, Zezé, Paulo An­dré, Cleiton, Ulisses, Ryan, Israel e Marco Au­rélio Rossini partiram para Torixoréu, a 400 km da sua nascente e lá desbravaram as belezas do local em cenário que, por si só, já valia a viagem. A turma seguiu de avião até Barra do Garças e pegou mais de 60 km de transporte rodoviário até a pousada, onde se hospedou entre os dias 26 de setembro e 2 de outubro. 

Esses 16 pescadores inveterados saíam da pousada e pescavam até mais ou menos 30 km rio acima, dividido em dois trechos. No primeiro trecho, o rio é mais largo, mas estava raso, devido à seca. Lá era mais intensa a atividade dos peixes de escama (apapás e cachorras). Já no segundo trecho, os cânions deixam rio bem estreito, correndo entre paredões de pedra. Nessa água rápida e com muitas corredeiras, a ação era de jaús e piraíbas. Dividindo os dois trechos, há um remanso com uma praia, onde a pousada fez um ponto de apoio para almoço do grupo.

O clima, é claro, influenciou na pescaria e exigiu dos pescadores muito conhecimento para aproveitar ao máximo a pescaria, conhecendo e respeitando as características do lugar. Nos dois primeiros dias, o calor intenso e o rio de nível baixo favoreceram a atividade dos peixes de escama no primeiro trecho e resultou em pouca atividade dos peixes de couro no segundo. A partir do terceiro dia, veio a chuva. O nível do rio foi subindo, a temperatura caiu um pouco e o grupo percebeu a inversão do movimento dos peixes: diminuiu a atividade dos peixes de escama e aumentou muito a atividade dos peixes de couro.

Nesses cinco dias de pescaria, foram fisgados muitos apapás, cachorras, além de corvinas e cacharas. Os jaús eram em boa quantidade. Porém, os maiores ganharam a briga, na maioria das vezes, graças, especialmente, às características naturais do lugar: como o leito do rio é todo de pedra, eles se enlocavam com facilidade. Infelizmente, as piraíbas não deram as caras.

Ao fim da pescaria, o troféu de maior peixe de escama foi para a dupla Paulo André e Cleiton, com um belo apapá. Já o troféu peixe de couro ficou para a dupla Ryan e Ulisses, com um grande jaú. O grupo voltou apaixonado pela beleza do lugar e muito satisfeito com a excepcional estrutura da pousada. Os agradecimentos ficam para Marcelo Ferro e sua equipe, pela semana que proporcionaram ao grupo.

































Coluna enviada no dia 20/10/2017




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