Frei Tibúrcio

Frei Tibúrcio 1386/2017

Que coisa

A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta semana, o fechamento de sua agência localizada na avenida Mário Rodrigues Pereira, ao lado da Policlínica Municipal de Lafaiete. Chamada de Agência Queluz, o local é mais amplo que a matriz da rua Me­lo Viana e foi aberto há cinco anos, quando do boom imobiliário vivido pela cidade. Nessa época, foram comercializadas milhares de casas, apartamentos e terrenos, com a anuência da Caixa. De lá para cá, a coisa só piorou, culminando com o fechamento geral, amplo e irrestrito da suntuosa repartição. O impacto para o município será terrível, haja vista que na agência passavam, mensalmente, cerca de 20% do movimento bancário daquela instituição. Mais detalhes na página 20 desta edição.

Agora vai

A intrépida vereadora Carla Sássi apresentou um requerimento em que pede uma reunião pública para debater os 11 anos da Lei Maria da Penha. Alguns vereadores aproveitaram para repercutir o caso do ?ra­paz? de São Paulo que sai de casa e vai ejacular no pescoço de mulheres dentro de ônibus. Entre as sugestões apresentadas em plenário daquele trepidante recinto, foi comentado sobre a importância de algum membro do judiciário ir até o local para esclarecer a decisão polêmica do juiz. Mesmo sabendo que era a 17ª ação semelhante do homem, o ma­gistrado decidiu soltá-lo. Também foi pedido urgência na necessidade de revisar e mudar as leis brasileiras.   

Cruzes

Salta aos olhos até do mais indiferente dos jacarés  a decisão polêmica de mais um juiz todo poderoso, desta vez em São Pau­lo, que não viu constrangimento algum num ?rapaz?que ejaculou 17 vezes no pescoço de várias mulheres dentro de ônibus, e possui duas acusações por estupro. É o caso de se refletir: será que, durante seu julgamento, se esse mesmo homem  começasse a se masturbar em frente ao juiz, seria constrangimento?      

Fim do mundo

E se o dito rapaz, depois de ejacular na sala de audiência do juiz, continuasse sua sina de colocar o bilau para fora e se masturbasse numa pia bastimal, no altar de um casamento, num velório, num túmulo, na festa de aniversário da filha do juiz,  AINDA ASSIM NÃO SERIA CONSTRANGIMENTO? Será que ele continuaria solto? Vade retro fim do mundo e juiz indecoroso. São por essas e também por outras, que o reacionário Jair Bolsonaro continua se popularizando.


Coluna enviada no dia 22/09/2017




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