Frei Tibúrcio

Frei Tibúrcio 1380/2017

Narciso

A moçada que cuida da realização e organização da Expo-Agro tem tido um trabalhão daqueles para administrar, pasmem, a vaidade de alguns membros da equipe. É o tipo de situação que deve ser cortada na raiz, de maneira que os egos gigantes fiquem guardados a sete chaves. Oxigenar o ego e deixar a vaidade fluir, vez por outra, é salutar e im­portante. Mas quando passa do tolerável, torna-se um problema para quem está ao redor do ?Narciso? ou ?Narcisa? e de seus es­pelhos. Cruzes!

Cena lafaietense

Dia desses, ao receber o presidente da associação comunitária do bairro São Benedito em seu gabinete, o alcaide Mário Furacão Marcus não se fez de rogado: pegou seu bólido particular, junto com o comunitário, que atende pe­lo nome de senhor Geraldo, e fez uma visita ao local. Pediu ao reclamante que mostrasse in loco as demandas da comunidade, anotando tudo tim-tim por tim-tim. Oremos!

Exemplo

Furacão Marcus foi ainda mais incisivo e anunciou, junto com a comunidade, a retomada das obras da indispensável avenida da Lua, uma das reivindicações antigas do bairro São Benedito e adjacências. Emocionado e quase beirando as lágrimas, senhor Geraldo revelou que, pela primeira vez em sua vida, um prefeito o levou em seu carro para ver as demandas e analisar os problemas no olho a olho. Mário também se emocionou e reforçou que está prefeito para atender o povo, sempre de bom humor e com vontade.

Cruzes

O Departamento do Meio Ambiente anunciou, nesta semana - veja reportagem na pá­gina 20 desta edição ? que está em uma verdadeira cruzada para pôr um fim à utilização de postes da Cemig para colocar cartazes de propagandas diversas. A moçada usa e abusa desse tipo de publicidade, que é proibida por lei e emporcalha a já nauseabunda Lafaiete. Segundo os ambientalistas da prefeitura, liderados por Ricardo Pardal, o cacete será amplo, geral e irrestrito. Que chegue logo esse dia.

Dez foguetes

Um espetáculo a reportagem publicada no caderno de Cultura da semana passada sobre a luta da família Meireles para manter viva a tradição secular das Violas de Queluz. Linda e emocionante, também, a entrevista com o violeiro Rogério Rodrigues de Castro, amante inveterado das retumbantes violas. É material para ficar na história.

 


Coluna enviada no dia 04/08/2017




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