Frei Tibúrcio

Frei Tibúrcio 1342/2016

Que coisa

Tão logo assuma a Prefeitura de La­faiete, no dia 1º de janeiro de 2017, o prefeito eleito Mário Marcus Leão Dutra terá que se defrontar com uma folha de pagamento monstro, de pouco mais de R$7,7 milhões/mês. Ao ano, o gasto com pessoal chega a cifra de R$100 milhões, já considerando o 13º da moçada. Is­so tudo numa cidade pobre, carente de recursos e que sempre viveu de ?pires na mão?.

Na carne

Chegou ao genuflexório da coluna a in­formação de que o novo alcaide, Mário Marcus, pretende reduzir os cargos de confiança, dos atuais 117, para, pelo menos, 70. Para chegar a esse número, Leão Dutra cogita juntar secretarias e transformar outras, como, por exemplo, a de Esportes, em departamentos, como era antigamente. Deve cortar, literalmente, na carne. 

Em equipe

As decisões do estafe do prefeito eleito estão sendo tomadas, todas as segundas-feiras, à noite, no gabinete do deputado Glaycon Franco (PV) em Lafaiete, e envolvem as lideranças dos 13 partidos que ajudaram a eleger Mário Marcus. Estratégias para os primeiros dias de governo e indicações para os cargos de comissão estão sendo decididas em equipe, de forma a evitar melindres e ciúmes típicos do período pós-eleição.

Reflexos

O prefeito eleito vai precisar de muito apoio da sociedade que o elegeu, do deputado Glaycon Franco e da base de apoio à sua candidatura, que inclui os 13 partidos. Um eventual fracasso de Mário Marcus nos dois primeiros anos de governo refletirá diretamente na candidatura à reeleição do deputado Glaycon Franco (PV) em 2018.

Secretariado

Entre os muitos nomes que estão sendo comentados e sugeridos para compor o primeiro escalão do novo alcaide Leão Dutra, destacam-se: Moisés Matias Pereira (Educação); Jorcelino de Oliveira (Procuradoria do Município), o vereador eleito Geraldo Lafayette (Cultura) e o médico Paulo Magno do Bem, que teria o desafio de comandar a complicada Secretaria de Saúde. Moisés, Lafayette e Jorcelino estão quase certos, mas Paulo ainda dependeria de acordos.  

Olha a crise

Há pastores e padres amigos da coluna reclamando da crise. Dizem que os fiéis não estão pagando o dízimo e nem ajudando nas obras sociais com a mesma regularidade de antes. Segundo consta, há casos de templos fechando as portas, principalmente nos bairros mais afastados do centro.

Foguetinhos

O simpático deputado Glaycon Franco (PV) merece um foguetinho de 100 estalos pela iniciativa e coragem de peitar a concessionária Via 040. Até agora, os caras não fizeram nenhuma obra de grande porte e usam o seu dinheiro  - o nosso, caro leitor - para manter a estrada funcionando. Ou seja, ganharam a con­cessão para duplicar a rodovia no trecho mais mortal dela, de Lafaiete ao trevo de Ouro Preto, e não fizeram nada até agora. Mas o pedágio continua sendo cobrado, faça chuva ou faça sol. Continue firme aí, Glaycon.


Coluna enviada no dia 11/11/2016




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