Frei Tibúrcio


Frei 1472/2019



E agora?
E agora, caro José? A Fenacouro veio, vendeu, não pagou impostos significativos, não gerou empregos e o que ela vendeu, simplesmente foi embora com ela. Ficaram em Lafaiete os comerciantes locais, que geram empregos o ano inteiro, pagam impostos regulares, ajudam na iluminação de Natal e fazem das tripas coração para vender o seu “peixe”. É uma boa reflexão para quem defende esse tipo de feira itinerante na cidade. Não contribui e não ajuda em nada; pelo contrário, só atrapalha quem luta e abraça as causas do município.

Hospital Regional
O alcaide Mário Furacão Marcus está se especializando, com todo o respeito que os ex-administradores merecem e têm da coluna, num verdadeiro desatador de nós. Foi assim com a avenida Alfredo Elias Mafuz, prolongamento da Marechal Floriano Peixoto, Cre­che do Bela Vista e, agora, o Hospital Re­gio­nal. Para uma situação totalmente obscura, en­xergar uma luz no fim do túnel é, certamente, uma baita conquista. Oxalá que esse nó imenso seja desatado o mais breve possível.

Agora vai 3
Depois de anunciado que a fiscalização do trânsito passará às mãos da Polícia Militar, espera-se uma ação mais efetiva da corporação contra essas motocas barulhentas e sem escapamento, que atormentam a cidade e, por tabela, a população. Em cada 10 lafaietenses, com todo o respeito, 11 são contra essas motos sem o miolo do escapamento. Alô, PM. Cadê vocês?

Reajuste
Os servidores do município, da Câmara Municipal e das autarquias, além dos agentes políticos locais, prefeito, vice, vereadores, secretários, assessores e chefes de departamento terão um reajuste de 3,02% em seus vencimentos a partir de maio. As leis que tratam do tema estão sendo publicadas na página 28 desta edição. Com o reajuste, o salário bruto do alcaide municipal passará de R$20.590,00 para R$21.207,70; o vice, de R$10.295,00 para R$10.603,85 e os vereadores, de R$8.493 para R$8.748,80.

Dengue
Casos suspeitos e constatados de dengue estão pipocando na cidade e também na região. As causas, como sempre, continuam sendo a falta de educação da maioria das pessoas, que mantêm-se alheias e indiferentes ao mosquito transmissor da dengue, da zica e da chicungunha. Essa indiferença faz com que terrenos baldios, ruas, avenidas, bueiros e as próprias casas sejam transformadas em verdadeiros depósitos de lixo e, por tabela, de focos do temível mosquito. Por isso, não há política pública que aguente tanta falta de educação. Vade retro .... Deixa prá lá.



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Escrito por Frei Tibúrcio, no dia 09/05/2019


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